Geisha

ORIGEM

na região sul da Etiópia

 

CARACTERÍSTICAS

a subespécie africana 100% arábica passou pela Tanzânia, Quênia e Costa Rica antes de chegar ao Panamá, na década de 1960. A princípio adotado por ser resistente ao fungo da ferrugem (roya), o cultivo chegou a ser desacreditado

 
 

RECOMENDAÇÕES DE PLANTIO

Redescoberto e celebrado como jóia dos cafés especiais nos últimos anos, o geisha não pode ser chamado de popular. No Brasil, por exemplo, ainda é raro encontrar o café em lavouras e em gôndolas, mesmo em casas especializadas. Apesar disso, um geisha produzido no Vale do Jequitinhonha/MG, foi o vencedor do Cup of Excellence 2018, sendo vendido por quase R$ 73.000 a saca! Não é para menos: sua pontuação foi de 93,84 pontos avaliados pela SCA.

Em uma busca de oferta local na web, a disponibilidade é incipiente e ainda bem espaçada. Outro problema é o custo, um tanto puxado para o orçamento: cerca de R$ 120 por um pacote de 250g. Ainda assim, há quem não abra mão de tomar e difundir o consumo do geisha; um café que alcançou o status de iguaria e nunca irá perder a majestade.  

 

FICHA TÉCNICA